Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008

Preparação do Inquérito

Este post serve para demonstrar as razões pelas quais vamos fazer o inquérito, onde e a quem o faremos. É uma maneira de nos ajudar a organizar as ideias, de forma a facilitar a elaboração do inquérito.

 

Porquê fazer o inquérito e o que se pretende exactamente saber?

Iremos fazer o inquérito porque foi uma forma que encontrámos para saber, em circunstâncias rápidas, o que a população pensa acerca destas práticas:

  • O tipo de informação que tem sobre o assunto;
  • A atitude perante o fenómeno;
  • O tipo de adesão as estas práticas;
  • Cruzar esta informação com variáveis como a idade, sexo, local de residência e profissão.

Onde se vai fazer o inquérito?

Vamos fazer este inquérito na Baixa de Lisboa, porque se trata de um local com grande afluência de população, proveniente de várias áreas de residência e pertencentes a diferentes faixas etárias.

 

 

A quem se vai fazer o inquérito?

  • Aos mais jovens (15-30 anos);
  • Adultos (30-65 anos);
  • Idosos (mais de 65).

Escolhemos esta "divisão" por idades para ser possível o confronto entre as diferentes gerações, de forma a verificar se a opinião é ou não variável consoante a idade dos inquiridos.

sentimo-nos: com frio
Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008

Análise das Entrevistas

Aqui fica a análise das entrevistas que realizámos no 1º Período. Fizemo-la com o intuito de organizar a informação para facilitar a sua leitura e compreensão:

  1. A quantidade de lojas existentes em Lisboa é grande, mas não equivale a qualidade;
  2. Esta prática começou a ter visibilidade pública em Lisboa há sensivelmente 12 anos;
  3. A maioria diz que não existem características ou traços comuns de quem adere a estas práticas, à excepção de um;
  4. Logo, dizem-nos que não é indicador de um estilo de vida diferente, à excepção de dois;
  5. Quanto às sugestões de como enquadrar estas práticas no âmbito da Cultura Urbana, foi-nos dito que a tatuagem e o piercing já estão enquadrados. No entanto, um diz que não se trata de Cultura Urbana, mas sim individual.
  6. Segundo os profissionais, as razões que levam à adesão são variadas, indo desde motivos pessoais (por exemplo a morte de um familiar...), embelezamento do corpo, identificação com um determinado grupo, até à moda, prazer, visual ou experiência.
  7. Os entrevistados acham que a opinião geral da população varia consoante o meio onde está inserido (urbano ou rural) e a faixa etária, mas no geral a aceitação tem vindo a aumentar, ao longo dos anos, desmistificando a ideia de que a tattoo e o piercing são práticas de pessoas com comportamentos desviantes, obviamente com algumas restrições.
  8. Todos acham que, por mais informação que haja, vai sempre haver opinião negativa. Uma das formas de o tentar modificar é o confronto;
  9. A opinião geral é que estas práticas já têm influência na sociedade, que se irá estender ao futuro.

Apesar das opiniões dos entrevistados serem semelhantes, há sempre diferenças na forma de abordagem, ou seja, os pontos de vista nao são consensuais, porque só por si mesmo este assunto já implica muita diversidade; ele próprio encerra a multiculturalidade que carcteriza as cidades.

sentimo-nos: contentes
by saloiadas às 13:40
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Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2008

Relatório da Visita de Estudo

No dia 11 de Dezembro de 2007, realizámos uma visita de estudo a Belém, Lisboa, com a finalidade de visitar o Padrão dos Descobrimentos, onde vimos o audiovisual Lisbon Experience, e o Centro Jacques Delors, onde tivemos uma aula sobre a União Europeia. No entanto este relatório é dirigido apenas para a primeira parte da visita (o audiovisual).
O Lisbon Experience é um audiovisual que mostra os grandes momentos da história do nosso país, vividos em Lisboa, através de imagens magníficas, música original e grandes efeitos sonoros, sendo um filme acessível a todas as pessoas. Nele foram abordados os povos que habitaram a cidade e todas as épocas que tornaram Lisboa numa cidade criativa. Resumidamente, trata da “dinâmica histórica de uma cidade que não pára de sonhar com o futuro”, tal como diz no site www.lisbonexperience.pt. É nesta perspectiva que conseguimos relacionar esta visita de estudo com o tema do concurso “Cidades Criativas – reflexão sobre o futuro das cidades portuguesas”.
Para além disso, no audiovisual é-nos mostrada uma Lisboa multicultural – um espaço onde várias culturas têm coabitado, desde há muito tempo. Nesta multiculturalidade também cabem as práticas que temos vindo a abordar no nosso projecto – tatuagem e body piercing.
O que vimos elucidou-nos, também, para o desenvolvimento gradual da cidade, que abriu novos horizontes para estas práticas. Sem este desenvolvimento, este fenómeno nunca teria chegado a Portugal, pois para a globalização de algo assim é necessário que os meios de informação e comunicação estejam ao nível das necessidades e que as mentalidades acompanhem este desenvolvimento. Porém, as mentalidades são algo que leva muito tempo a mudar, pois fazem parte da estrutura de um povo; só com o passar dos anos é que as pessoas se foram habituando a estas práticas como parte da sociedade em que vivemos.
As cidades, enquanto espaços abertos e, por isso mesmo, mais tolerantes, são um dos locais privilegiados para as dinâmicas que permitem a mudança dessas mesmas mentalidades.
sentimo-nos: atarefadas
by saloiadas às 14:32
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